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02/07/2021

Qual é a Hora Certa para Trocar o Óleo do seu veículo?

O item que após todas ao mudanças tecnológicas automobilísticas do passar de décadas e décadas, que continua sendo essencial para o funcionamento dos motores a combustão é o óleo lubrificante.

Reduzindo o atrito entre as peças e ele é o responsável pela manutenção dos componentes internos do motor. Por isso seu desgaste exige tanto a atenção dos proprietários e motoristas em relação a sua troca e manutenção.

Essa atenção do motorista deve se estender desde a compra de um veículo novo até ao uso diário de um veículo do dia a dia. Esse assunto ainda é gerador de muita dúvida entre os motoristas, por isso informaremos algumas dessas duvidas que parecem ser frequentes entre os motoristas.

 

Sobre os tipos de óleo?

Os lubrificantes apresentam características individuais como a viscosidade. No Brasil encontramos as seguintes categorias: minerais (obtidos através da destilação do petróleo), sintéticos (produtos de reações químicas que transformam refinados de petróleo convencionais em lubrificantes) e semissintéticos (resultado da mistura entre óleo sintéticos e minerais).

Segundo uma fabricante famosa (TEXACO), os óleos sintéticos têm uma resistência maior ao envelhecimento, geram menos resíduo denso e preservam as suas características mesmo em situações extremas de uso, sendo os principais para os motores atuais de alto desempenho.

Sobre os óleos minerais eles apresentas um custo mais baixo e atendem a carros mais antigos porém perdem suas propriedades mais rapidamente. Já os semissintéticos estão entre o meio termo dos dois anteriores, custo mais baixo porém um pouco melhor do que os totalmente minerais.

 

É interessante seguir as recomendações do fabricante?

O proprietário de um veículo posso assumir a conduta de trocar o óleo recomendado por um melhor, porem isso não alterará o prazo de troca mais maior, se essa for a intensão do mesmo. Deve sempre seguir os prazos determinados pelas montadoras, isso evitará possíveis problemas futuros. 

Se usarmos como exemplo o Renault Kwid, modelo bastante vendido devido sua acessibilidade financeira, equipado com um motor 1.0 flex de três cilindros com até 70 cv. A fabricante destaca que o prazo para troca de óleo é de 10.000 km ou 1 ano, o que ocorrer primeiro. O propulsor leva 2,9 litros de óleo semissintético de viscosidade 10w40 e classificação API SL. E a troca deve ser feita sempre em conjunto com o filtro.

Essas recomendações devem ser seguidas mesmo nos carros com alta quilometragem. O uso de lubrificantes mais viscosos em motores mais usados só vão esconder possíveis problemas.

 

Sobre as misturas feitas pelos proprietários?

Alguns motoristas costumas fazer uma mescla de 2 tipos de lubrificantes, o que não é recomendado, afinal nesse caso estará alterando a formulação original de ambos os tipos, e isso é indiferente se a viscosidade ou API sem as mesmas.

 

Qual é o tempo certo para realizar a troca do óleo?

As montadores normalmente estipulam manutenções mais rígidas para veículos que passam pelo uso severo. Ou seja, veículos que trafegam maioria do tempo em perímetro urbano, transito lento e rodando menos de 10km por dia. Podem também ser classificados assim, os veículos que trafegam em áreas de muita poeira e contaminação no ar.

Outro exemplo temos com a montadora Volkswagen,  que determina no manual do Gol a troca de óleo a cada 5.000 km ou seis meses em caso de uso severo, que no caso seria 50% do tempo da quilometragem normalmente recomendada.

O óleo no seu limite de uso, começa a ser mais uma graxa do que lubrificante. Essa densidade extrema pode entupir os dutos do motor prejudicando todo o funcionamento, podendo em alguns casos até travar o motor.

 

Baixar óleo é normal?

Depende muito da montadora e do modelo de veículo, no caso da Renault com o Kwid e a Volkwagen com o Gol, o fabricante considera normal até a baixa de 0,5 litros por 1000km. Essa variante é devido ao funcionamento dos motores a combustão, porém é preciso checar as especificações técnicas. 

 

Procedimento para checagem do nível do Óleo!

A medição do óleo deve ser feita sempre com o motor quente, logo após o desligamento em lugar plano. Após retirar a vareta de medição deve ser limpa com um pano limpo e recolocada no tubo-guia. Ao retirar novamente a vareta, o nível do óleo deve estar entre as marcas mínima e máxima da escala.

 

Devo trocar o óleo por sucção ou por drenagem?

A técnica tradicional para a troca do óleo do motor é aquela em que o parafuso do bujão do cárter é solto para que o óleo velho escorra devida a própria gravidade. Na técnica de sucção, o lubrificante é sugado por uma máquina a partir do tubo-guia da vareta de medição.

No caso da sucção é mais prático devido a não necessidade de retirar o parafuso do bujão e protetor de cárter,  que por sua vez está na parte inferior do veículo. Em contrapartida é preciso muito conhecimento e técnica do profissional, para extrair todo o óleo velho do motor evitando a contaminação do óleo novo.

Blumenau 02/07/2021


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